Doce que nem o limão ...

Às vezes no silêncio da noite, eu fico imaginando nós dois. Eu fico ali sonhando acordando, juntando o antes, o agora e o depois. Por que você me deixa tão solto? Por que você não cola em mim? Tô me sentindo muito sozinho. Não sou nem quero ser o seu dono, é que um carinho às vezes cai bem. Eu tenho os meus desejos e planos secretos, só abro pra você, mais ninguém. Por que você me esquece e some? E se eu me interessar por alguém? E se ela de repente me ganha? Quando a gente gosta é claro que a gente cuida. Fala que me ama, só que e da boca pra fora. Ou você me engana ou não está madura, onde está você agora?

Caetano Veloso.  (via capacitadora)

Seja feliz. Só isso.

Renato Russo. (via romantizar)

Afogou-se em um mar de palavras não-proferidas.
Deixou partir tudo aquilo que deveria ter ficado, não soube dar continuidade ao que não teria o encargo de ter sido efêmero. Submergiu no mais profundo rio de emoções incompreendidas, sem deixar escapar um suspiro sequer de afeto ou sentimento. Não conseguiu suportar o incarregável fardo que é sentir o peso de um coração que ama por multidões. O coração capaz de ouvir os milhares e intensos decibéis de um silêncio não compartilhado. Não soube lidar com a incapacidade de deixar fluir os resquícios sentimentais de seu ser exausto. Morreu por esconder-se de si mesmo, carregando sobre franzinos membros seus sistemas mal-formulados. Se foi, por dar ouvidos à conversa e ditados alheios. Partiu, por conta de ter sido tola ao acreditar em dogmas e mantras incapazes de reger a vida de qualquer alguém. Não soube trilhar o próprio caminho. Não conseguiu fazer história. Amou. Não foi amada. Perdoou. Não perdoada. Errou, errou como se não houvesse o amanhã, mas nunca reconheceu que a sua fraqueza obstinada se encontrava exatamente ali: nos erros cometidos, não-cometidos, inexistentes, e naqueles que lutando estavam para serem cometidos. Acometidos. Assaltados. Investidos. Errou na proporção não calculada. No sentimento não entregue. Pecou na sinceridade de um peito calado. Morreu, afogando-se em um mar de palavras não ditas. De sentimentos atordoados, aglomerados na bagunça que ela mesma permitiu se instalar.

Éden Victor. (via expurgar)

Um dia a gente acorda, os livros nos acordam, um anjo nos acorda, e somos avisados: não adianta mais olhar para trás. É ir em frente ou nada.

Martha Medeiros.   (via alentador)

Sempre em frente. Não temos tempo a perder.

Legião Urbana.   (via esclarecer)

Quando a gente acha que chegou no fundo do poço, sempre descobre que pode ir ainda mais fundo. Que escrotidão.

Charles Bukowski. (via esclarecer)

Eu gosto de gente que se importa. Gente que sorri. Gente que sabe pedir desculpas.

Anônimo.  (via caligrafas)

Não gosto de ser moldado pela sociedade.

Charles Bukowski.   (via vonese)

Você nunca sabe se vai te fazer mal ou bem.

Sobre o amor.   (via esclarecer)
THEME